sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

As dores humanas

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Como entender os sofrimentos que passamos, tantas dores, tantos desares...

Será que há algum significado em tudo isso? O que será que estamos aprendendo?

Terá um significado oculto precisando ser desvendado por nós. Qual a razão de tantos sofrimentos?

No entanto, quem compreende as divinas intenções do Poder da Vida, certamente entende que nada deve estar errado, tudo está certo. Pois se observarmos a natureza veremos que ela sempre promove tudo e todos, mesmo quando tudo parece perdas, destruições e sofrimentos.

Estamos em evolução, na evolução de nossas almas, passamos por estágios necessários aos nossos desenvolvimentos, aprendendo a usar nossas forças interiores, como o domínio de nossos impulsos, do uso da criatividade, do nosso poder ordenador e organizador, desenvolvendo cada vez mais nossa inteligência e nosso poder criador.

Nos encontramos em vários níveis da experiência humana e com diferentes níveis de aprendizagens e a Providência age e promove sempre a evolução humana.

Vivemos o flagelo da falta de amor. Do período das grandes ilusões.

Amor é a fonte de nossa felicidade, refrigério de nossas almas. É o que estrutura, é o básico. No amor não há dor. Distantes que estamos de nossas essências, sofremos. Desconectados com o nosso bem maior, com a fonte da alegria e da sabedoria, sofremos. O sofrimento é opcional.

Entretando temos catastrofes aparentementes sem razão, sem sentido. Mas se tivermos olhos de ver,veremos que abre-se uma grande oportunidade de revermos nossa forma de entender a vida. Grandes movimentos fraternais afloram, surge a compaixão em seu despertar manso e gradual.

Períodos de cegueira, de egoísmo, de individualismo, de ganância, de movimentos separatistas vão ser gradualmente transformados.

Algo maior ocorre e nos abala. Nos convida ao retorno à nossa humanidade.

Estamos num período fabuloso, de avanços tecnológicos, de globalização. Todos sentem as dores de todos e todos se felicitam por todos. Não há como negar esse enorme avanço das comunicações, das informações, do "estar conectado".

O grito de um Haitiano é ouvido aqui e agora. Todos sentimos, mesmo não estando fisicamente com eles, mais estamos em humanidade, em espírito. É o chamado para a conexão real. Essa acredito ser a grande mensagem.

Nossas dores por enquanto serão necessárias, enquanto não nos abrirmos para o Amor, para a comunhão, para a conexão com a vida.

É o momento crucial para a humanidade. Já não aguentamos mais tantas dores, queremos e merecemos ser felizes.

Façamos um mundo melhor agora, na nossa intimidade, para que se reflita no mundo.

Sejamos o Amor e a Paz que queremos ver e sentir no Mundo.


Rosa Barros

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